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Plano de saúde para empresas: Por que contratar?

Plano de saúde para empresas: Por que contratar?

Quando se fala em oferecer algum serviço ou benefício aos colaboradores, as organizações logo pensam nos custos que isso pode gerar. Ao optar por ter um plano de saúde para empresas, pode ser necessário fazer investimentos, mas os ganhos podem ser mais significativos.

Existem muitos motivos que fazem com que o plano de saúde empresarial seja adotado por cerca de 70% das organizações. Se a sua ainda não dispõe desse benefício, veja o porquê ele deveria ser contratado.

Reduzir o absenteísmo e afastamentos

Quando os funcionários têm acesso a um plano de saúde para empresas e podem estender o benefício a seus dependentes, é possível perceber uma redução nas faltas e afastamentos.

O resultado é que as pessoas podem ir ao médico para se cuidar preventivamente, não ficam com sérios problemas de saúde que fazem com que faltem ou se afastem para tratar. Outro ponto é que não precisam ficar em casa para cuidar dos filhos doentes, pois, eles também podem receber atenção médica e se prevenir.

Reter e atrair os melhores profissionais com o plano de saúde para empresas

Um dos benefícios mais desejados pelos trabalhadores é um plano de saúde, pois, sabem dos benefícios que ele proporciona e que os custos são mais acessíveis.

As empresas que possuem a assistência médica, conseguem ter um diferencial que atrai os profissionais e permite que se tenha os mais qualificados no quadro de funcionários. O turn over também diminui já que ninguém quer deixar de usufruir do benefício.

Aumentar a motivação dos funcionários

Quando os trabalhadores são reconhecidos pela empresa e percebem que existe uma preocupação em atender as suas necessidades, eles ficam mais motivados para realizar as suas tarefas.

Essa motivação se reflete em maior produtividade, união entre a equipe e resultados mais positivos.

 

 

Escolher um serviço sob medida para seu negócio

Existem diferentes categorias de plano de saúde para empresas com coberturas variadas, valores, área de abrangência e outros pontos que permitem escolhe um que atenda às necessidades do negócio.

Fazendo a opção, encontrará um que satisfaça os funcionários e não cause problemas financeiros para a organização. É possível até mesmo dividir os custos com os colaboradores para que fique bom para todos.

Leia também: Checklist de como contratar um convênio médico empresarial

Pagar menos impostos

Se por um lado a assistência médica tem um custo que é revertido em investimento, ela também pode ajudar a minimizar os gastos, pois, são oferecidos incentivos fiscais para as organizações que possuem o plano de saúde para empresas.

Esses incentivos podem ser conseguidos na redução de impostos da pessoa jurídica com o desconto no imposto de renda ou de outra maneira conforme legislação vigente.

Ganhar credibilidade para sua marca

Empresas que oferecem benefícios para os funcionários e possuem profissionais motivados, são vistas como um bom lugar para trabalhar e que valoriza as pessoas. Esses pontos se refletem diretamente nos negócios, pois, a marca passa a ser bem vista pela sociedade e os consumidores passam a apoiá-la, o que resulta no crescimento dos negócios.

Ter uma marca reconhecida é mais relevante e traz mais resultados que investir em propaganda sem que haja o engajamento dos clientes.

O plano de saúde para empresas deve ser visto como um investimento, pois, no final é disso que se trata, traz resultados positivos para toda a organização. Além disso, esse benefício ajuda a cuidar do bem mais valioso que qualquer organização pode ter, as pessoas.

 

Planos de saúde em São Paulo: O que levar em consideração na hora da escolha?

Planos de saúde em São Paulo: O que levar em consideração na hora da escolha?

Quem mora na maior cidade do país enfrenta algumas dificuldades no cotidiano, como longas distâncias a serem percorridas, trânsito lento, lugares lotados e muitas outras. Enfrentar problemas relacionados ao bem-estar se torna uma opção, pois, existem os planos de saúde em São Paulo.

Um serviço de assistência médica pode fazer muita diferença, uma vez que ajudará a diminuir o estresse e parte das preocupações.

No momento da contratação dos planos é necessário ter atenção, para que aquilo que parecia uma solução, não se torne um problema. Veja o que considerar nos planos de saúde em São Paulo.

 

Coberturas disponíveis

As coberturas dizem respeito ao tipo de atendimento que o beneficiário terá direito, e cada plano costuma oferecer procedimentos diferenciados.

Quando se trata de um plano empresarial a melhor escolha é um que oferece a cobertura ambulatorial que garante acesso a consultas e exames, combinado com um plano hospitalar que disponibiliza internações e cirurgias.

Em relação aos procedimentos, eles respeitam o rol mínimo determinado pela ANS, porém, pode haver procedimentos extras, sendo necessário verificar com o corretor quais seriam.

Leia mais: Normas ANS: Conheça as regulamentações para plano de saúde

 

Área de abrangência dos planos de saúde em São Paulo

Esse ponto trata das cidades que serão atendidas pelos planos de saúde em São Paulo e a escolha pode depender da área de atuação da empresa ou necessidade dos beneficiários.

É possível escolher uma cobertura regional, que, por exemplo, contemplaria apenas a grande São Paulo e cidades da região metropolitana. Se quiser expandir um pouco mais a região, tem a opção do plano estadual, entretanto, se os seus colaboradores viajam a negócio por todo o Brasil, um plano com cobertura nacional é o mais indicado.

 

 

Rede de atendimento

Como já dito a cidade de São Paulo exige que seus moradores se desloquem muito, mas, para conseguir atendimento médico isso não deve ser uma necessidade.

É preciso que a rede de serviços ofereça locais de atendimentos que fiquem próximo aos beneficiários. Para que se consiga isso, é necessário que haja uma rede bastante ampla, com profissionais e hospitais espalhados pelas cidades abrangidas. Quanto mais extensa a rede for, mais fácil será conseguir assistência por perto.

 

Modalidades de pagamento

Os pagamentos dos serviços de saúde costumam ser mensais, entretanto, existem duas modalidades, a com coparticipação e sem coparticipação. São elas que definem o valor a ser pago, podendo esse ser fixo ou variável.

É preciso conhecer o perfil de quem utilizará os planos de saúde em São Paulo e os valores praticados por cada operadora para entender qual é o mais vantajoso.

 

 

Suporte prestado pelo corretor

O corretor é o profissional que faz a venda dos planos de saúde em São Paulo e presta todo o suporte. Ele precisa saber explicar sobre o serviço que está oferecendo e esclarecer dúvidas.

Se conseguir fazer isso significa que é um bom profissional, mas acima de tudo que a operadora de saúde é bem estruturada e possui um serviço sólido. Isso trará mais segurança ao fazer a sua escolha.

Para que possa escolher entre os planos de saúde em São Paulo é preciso conhecer o que faz com que eles se diferenciem e entender as necessidades de quem fará uso deles. Por mais que você saiba qual a melhor escolha, sempre vale ouvir um corretor que garantirá que a assistência trará os melhores benefícios.

Plano de saúde com coparticipação: Por que contratar?

Plano de saúde com coparticipação: Por que contratar?

Quem contrata um serviço de assistência médica sabe que deverá pagar um valor mensal para ter acesso a consultas, exames e outros. Entretanto, se perguntado como o plano de saúde com coparticipação é cobrado começam a surgir dúvidas.

Quando se contrata um plano de saúde, é possível escolher a modalidade de pagamento, que pode ser com ou sem coparticipação.

 

 

Plano de saúde com coparticipação x sem coparticipação

A coparticipação está relacionada à forma como será feito o pagamento do plano. Quando se opta por ela, a pessoa paga um valor mensal para ter acesso à assistência médica.

Essa mensalidade possui um valor mais acessível, isso porque haverá a cobrança de uma taxa toda vez que for utilizado algum procedimento do plano. Caso não seja realizado nenhum procedimento, não haverá acréscimos na mensalidade.

Vamos supor que um beneficiário que tenha um plano de saúde com coparticipação precisou passar por uma consulta médica e fez um exame de raio-X. Quando chegar a fatura, será cobrada a mensalidade mais duas taxas de coparticipação, cada uma correspondente ao serviço que foi utilizado.

Vale ressaltar que existe uma regra a ser cumprida e se forem utilizados diversos procedimentos eles deverão ser cobrados. Porém, existe um limite por fatura: a soma das coparticipações não pode ultrapassar o valor da mensalidade.

Já os planos sem coparticipação cobram apenas uma mensalidade, que possui um custo mais elevado do que o caso anterior, entretanto não existe cobrança de taxa adicional. Nesse caso, não importa o número de consultas ou exames que sejam feitos, o valor da fatura será sempre fixo.

 

Valores de coparticipação

Um ponto que precisa ser esclarecido em relação ao plano de saúde com coparticipação é a taxa que será cobrada quando houver a utilização dos serviços.

Essa taxa pode ser cobrada de forma diferente conforme o que estiver acordado no contrato. Uma possibilidade é que seja um valor fixo, de acordo com o procedimento utilizado. Outra situação que pode ocorrer é cobrar um percentual sobre o custo do serviço, que costuma variar entre 20% e 50% sobre os procedimentos.

Em ambos os casos, o beneficiário deve ter acesso a uma tabela com os valores para que possa saber quanto pagará ao utilizar o plano de saúde.

Leia também: Corretora de saúde SP: Conheça os diferenciais da Coplana

 

Como escolher o plano de saúde?

O plano de saúde com coparticipação é indicado para quem utiliza pouco os serviços, pois pode se beneficiar de uma mensalidade mais baixa sem precisar pagar adicionais sempre.

Comparar os valores pode ser uma maneira de saber qual serviço de assistência médica melhor atende as suas necessidades, desde que consiga fazer simulações de quanto pagará se houver a utilização.

Para saber qual a opção mais vantajosa, a melhor alternativa é sempre ter a ajuda de uma corretora, que entenderá qual o seu perfil de utilização.

Além disso, tendo o suporte de profissionais a pessoa receberá orientações de como o plano funciona, poderá tirar as dúvidas, saber qual a maneira de utilizar e se beneficiar do serviço contratado etc.

Para conhecer quais operadoras oferecem o plano de saúde com coparticipação, coberturas de cada um e benefícios extras, converse com um corretor, assim você terá ajuda para escolher o melhor cuidado para a sua saúde.

 

 

 

 

Portabilidade de plano de saúde: Quais cuidados tomar?

Portabilidade de plano de saúde: Quais cuidados tomar?

Na busca por reduzir os custos, muitas empresas optam por realizar a portabilidade de plano de saúde para não precisar cancelar o benefício e ajustar as contas.

Essa pode ser uma boa alternativa, tanto para quando se está pensando em mudar de operadora ou apenas de coberturas. Entretanto, é preciso adotar alguns cuidados para que a troca não gere insatisfação ou problemas.

Veja alguns pontos que merecem um pouco mais de atenção quando ocorre a portabilidade de plano de saúde.

 

Informar aos colaboradores sobre a portabilidade de plano de saúde

Antes de finalizar a troca do plano é importante conversar com os colaboradores e informar quais serão as mudanças, de que forma elas ocorrerão e os impactos que podem trazer.

Explicar mais informações, como quando o novo plano começa a vigorar, é importante para aqueles que têm consultas, exames ou tratamentos agendados possam concluí-los ou se programar para que isso seja feito já no novo plano.

Explicar o que motivou a portabilidade e como funcionará o novo plano é essencial para que eles possam continuar a utilizar o serviço tendo ciência de quais serão as alterações.

 

 

Verificar como ficam as carências

Para que a portabilidade de plano de saúde possa aproveitar a carência do plano anterior, é necessário que se tenha cumprido um período mínimo de permanência. Caso isso não ocorra e o serviço contratado tiver carência, ela deverá ser cumprida integralmente ou negociada uma redução.

O ideal é que não haja a necessidade de esperar para ter acesso aos serviços, dessa forma os colaboradores poderão utilizar imediatamente a assistência médica.

Um ponto de atenção é em relação às novas coberturas que serão inclusas, essas exigirão o cumprimento da carência e isso deve ser informado aos colaboradores.

Leia também: É possível evitar o período de carência na troca de plano de saúde?

 

Escolher um plano que esteja dentro do planejamento financeiro

A portabilidade pode ocorrer por diferentes motivos, entre eles o plano atual estar com um valor elevado ou não ser mais vantajoso. Quando se trata de dinheiro, é importante verificar as opções que se enquadram dentro do planejamento financeiro da empresa e que possam oferecer os mesmos benefícios.

Com as novas regras, não existe mais a exigência da compatibilidade de cobertura do plano de origem com o de destino. Isso pode ser bastante interessante para as empresas que desejam reduzir os custos. Assim, elas podem optar por uma operadora ou assistência médica mais acessível e que ofereça os mesmos serviços.

 

Ter uma corretora para prestar suporte

Existem muitas regras que devem ser observadas antes de fazer a portabilidade de plano de saúde. Nesse caso é recomendado ter o acompanhamento de profissionais que orientem o que é permitido e o que pode trazer prejuízos em relação às mudanças.

Uma corretora pode fazer essa análise e indicar quais são as melhores assistências médicas que se enquadram na troca e que atendem as necessidades da empresa.

Para que se possa fazer a portabilidade sem perder os benefícios já conquistados com o plano de origem e conseguir reduzir os custos, é preciso fazer uma análise dos prós e contras.

Para saber mais sobre a portabilidade de plano de saúde e fazer a coisa certa, sempre tenha o suporte de uma corretora.

 

Normas ANS: Conheça as regulamentações para plano de saúde

Normas ANS: Conheça as regulamentações para plano de saúde

Para que um plano de saúde possa funcionar no Brasil, ele deve atender algumas normas ANS, que estabelecem regras para que sejam ofertados alguns padrões mínimos de qualidade e cobertura.

Nem sempre foi assim, somente em junho de 1998 foi estabelecida uma lei que colocou regras nos planos de saúde. Para que elas pudessem ser cumpridas, no ano seguinte foi criada a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que ficou responsável por fiscalizar e normatizar todo o setor de saúde suplementar.

Em 2019, foram mais de 47 milhões de beneficiários que puderam usufruir das normas ANS e ter um serviço de assistência médica de qualidade. Entenda um pouco mais sobre algumas regras e quais são as penalidades em caso de descumprimento.

 

Rol de procedimentos

A ANS determina que as operadoras de saúde devem oferecer um rol mínimo de procedimentos em seus planos, sendo que esses podem passar por revisão a cada 2 anos.

Os procedimentos são aqueles considerados indispensáveis no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças, porém se a operadora quiser, pode oferecer coberturas adicionais.

 

Prazos de carência

Ao contratar um plano de saúde, é preciso aguardar o prazo de carência para utilizar os serviços, ou seja, existe um tempo mínimo que varia de 24 horas a 300 dias para que se tenha acesso aos serviços, segundo as normas ANS.

Para as empresas que possuem mais de 30 funcionários, essa carência é isenta desde que a adesão seja feita em até 30 dias após a contração do serviço ou pelo mesmo período após o trabalhador iniciar suas atividades na organização.

Leia mais: Carência plano de saúde: O que é e como funciona?

 

Prazos para atendimento

Os beneficiários dos planos de saúde possuem um prazo máximo para serem atendidos de acordo com o procedimento a ser realizado. Por exemplo, consultas médicas básicas devem ser realizadas em até 7 dias, já os procedimentos de alta complexidade têm um limite de 21 dias.

Cabe às operadoras disponibilizarem profissionais dentro de sua rede credenciada para garantir esse prazo e, caso não possuam, devem indicar um profissional de fora e custear todo o atendimento.

 

Reajuste de valores

Os valores costumam sofrer reajustes anuais, isso ocorre para que possam ser cobertas despesas que venham a surgir em decorrência dos serviços prestados. Para as pessoas físicas, as normas ANS impõem que existe um limite percentual a ser estabelecido pela Agência.

Já para os planos coletivos e empresariais, não existe um percentual pré-definido. Se ocorrerá um reajuste e de quanto ele será, deverá ser definido entre as partes envolvidas.

Leia mais: Corretora de saúde: Descubra por que a Coplana é a melhor

 

Penalidades para descumprimento das normas ANS

As operadoras de saúde que não cumprirem com as normas podem sofrer penalidades que variam entre sanções administrativas, pagamento de multas, suspensão, proibição da comercialização de planos e até mesmo cancelamento da autorização de funcionamento da empresa.

As penalidades são aplicadas de acordo com a infração cometida e são agravadas em caso de reincidência, por isso o consumidor deve se atentar se está sendo atendido de acordo com as regras e caso haja problemas pode fazer denúncias à Agência.

Com todas as normas ANS, consumidores finais e empresas que contam com o plano de saúde conseguem ter garantias de que contarão com os benefícios contratados.

Checklist de como contratar um convênio médico empresarial

Checklist de como contratar um convênio médico empresarial

Para contratar um convênio médico empresarial não basta saber o valor que será cobrado pelo serviço, é preciso conhecer muito bem como funciona e fazer algumas checagens antes.

Uma das coisas a serem analisadas é a modalidade de inclusão, ela pode ser compulsória, quando todos os colaboradores são incluídos no plano de saúde ou opcional, como o próprio nome indica, apenas os colaboradores interessados e/ou selecionados farão parte dele.

Verifique a quantidade de funcionários que o plano terá, se a modalidade escolhida for opcional é necessário fazer um levantamento do interesse com antecedência. De acordo com essa informação será possível saber a quantidade de vidas e se haverá a necessidade de cumprir carência.

Dicas de como escolher o convênio médico empresarial ideal

O próximo passo para adquirir o convênio médico empresarial é escolher o plano em si. Nesse momento é preciso verificar qual será o tipo de segmentação assistencial oferecida (ambulatorial, hospitalar, com ou sem obstetrícia). Esse item  determinará os tipos de serviços que os colaboradores terão acesso no plano.

A área de abrangência, ou seja, cidades em que existe o atendimento ou se ele se estende por todo o território nacional varia de acordo com o plano. Verifique qual a necessidade da empresa; se atuar em diferentes locais, um plano mais amplo pode ser vantajoso.

É importante também verificar a rede credenciada, ou seja, quais são os locais de atendimento, como clínicas, laboratórios, hospitais e médicos credenciados. Ter variedade de opção é sempre o ideal.

Leia mais: 5 dicas de como escolher um plano de saúde para sua empresa

Pagamento do convênio

Com o plano definido, é hora de escolher os tipos de pagamento, não em relação à empresa, mas aos colaboradores. Eles podem ser contributários, quando arcam com parte do valor ou integralmente com o plano de saúde. Se optar por não ter contributários, a empresa pagará por 100% dos custos.

Outros pontos importantes

Após praticamente tudo resolvido, é hora de separar a documentação da empresa e dos colaboradores para contratar o plano de saúde. Pode ser necessário o cartão do CNPJ, contrato social, guias de recolhimento do FGTS, CPF, RG e declaração de saúde dos colaboradores.

Além de entregar os documentos, não se esqueça de pegar com a operadora ou administradora do benefício o contrato do convênio médico empresarial, é nele que estarão especificadas todas as informações em relação ao serviço contratado.

Leia mais: Corretora de saúde: Descubra por que a Coplana é a melhor

Checklist do convênio médico empresarial

Veja agora um resumo rápido de tudo o que deve ser analisado antes de contratar o convênio médico empresarial. Tenha essa relação por perto para organizar o que precisa para cuidar melhor da saúde dos colaboradores.

  • Analisar a modalidade de inclusão
  • Verificar quantidade de vidas que serão inclusas
  • Saber se haverá carência a ser cumprida e qual o prazo
  • Escolher o tipo de segmentação assistencial
  • Optar pela área de abrangência
  • Pesquisar sobre a rede de atendimento
  • Definir o tipo de pagamento
  • Organizar os documentos para fazer a adesão do plano de saúde
  • Analisar o contrato e guardar esse documento

Depois de contratar o convênio médico empresarial com cuidado, os funcionários terão acesso aos serviços que precisam, e a organização se tornará mais atrativa para os profissionais por conta desse benefício.